quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Não sei quem sou eu (notas antigas do celular)
Mas
Eu me sincronizei com o sol
Então agora ele clareia pra meu despertar
Eu me sincronizei com a noite
E ai ela cai e acende a lua cheia pra iluminar o mar
Que eu mergulho
Achei a frequencia ótima de respiração
E agora o vento é serve meus pulmões como um rei
E se eu quiser eu não tenho ansiedade
Porque de pazes com o presente eu não temo a morte
Eu sou a vida pura,
Sou labareda que incendeia a floresta e estala o ar
Expulsando todo tipo de besta
Eu sou o bruxo que foi queimado no passafo
Sou o negro que foi acorrentado
Sou capoeira!
Sou o grito debaixo dágua
Sou o salto da pedra no mar
Sou o amor pela minha mãe
Sou a revolta sou aquele que arranca
Sou tudo sou porra nenhuma
sexta-feira, 6 de maio de 2016
domingo, 28 de agosto de 2011
Hipoxia sazonal controlada
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Crescendo

Branco : luz
Vermelho : acordar
Azul : céu
Amarelo : sol
Verde : ecout !
Preto : sono
Branco : manhã
Vermelho : amor
Azul : mar
Amarelo : passarinho
Verde : jardim
Preto : sonho
Branco : caderno
Vermelho : paixão
Azul : jeans
Amarelo : atenção
Verde : online
Preto : medo
Vermelho : sangue
Azul : tristeza
Amarelo : ouro
Verde : esperança
Preto : morte
sábado, 4 de dezembro de 2010
Poema apolar.
domingo, 28 de novembro de 2010
Como as coisas virão a ser...

Há cerca de um ano atrás eu escrevi “como as coisas costumavam ser”. Na esperança de que as coisas ruins melhorassem, eu escrevi que as coisas só pioram, na esperança por um ano novo, eu disse que seria a mesma coisa, na tentativa de ser menos preso à razão, eu ataquei as superstições babacas, plantei merda e quis colher coisas boas.
Esse ano, como eu havia dito, foi muito pior que o ano anterior. Mas isso não prova que eu estava certo. O ano me provou que eu estava errado, fazendo eu estar certo.
Olhando para trás, eu não sei me reconhecer. Não sei o que fui em 3 diferentes tempos desse ano. Fui 3 outros, e tudo que tinha um dia construido, não existe mais. Estou sendo sincero, porque a primeira coisa que quero construir para o futuro é a sinceridade.
Há 3 minutos atrás eu era babaca demais para assumir a responsabilidade de dizer que estava mentindo. Mas o que a responsabilidade reclama para si, de qualquer forma é muito mais pesado do que hoje eu posso aguentar. Então eu vou tentar ser o que vem de mim, e também não vou assumir a consequência. A consequência, ficará... não sei. Mas as responsabilidades eu assumo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Liberdade
Há muitos anos nos pegamos lutando por liberdade . Afinal,será que nós conseguimos viver libertos , ou a ideia de liberdade na íntegra vai diretamente em choque com o modelo humano civilizado? Se formos analisar muitos outros aspectos em que a liberdade influi , chegaremos a conclusão assim como cheguei que o homem não está preparado para se libertar , temos medo ,somos fracos então preferimos nos deixar dominar por qualquer coisa que substitua o pensamento lógico de viver essa vida sem lógica nesse mundo sem lógica por medo de tentar mudar e estragar mais ainda.
Estragar O que?
Para mim , liberdade é um perigo . Se deixo minha cabeça livre a pensar ela me destrói , tenho que me manter ocupado com qualquer coisa . E ninguém melhor do que homo sapien-sapiens para criar qualquer coisa . Cheguei a conclusão de que esse modelo de vida que temos é exatamente a que merecemos , pois ao ver-me frente a frente com a chance de testar algo diferente eu me cubro até a cabeça por mais calor que esteja e apelo até a Deus para que nunca mais dê liberdade a meus sonhos nem a minha mente , mesmo que pela manhã eu me arrependa .
Acho que no momento em que tivermos competência para ter liberdade ela virá até nós. É hipocrisia dizer que é o sistema que nos prende . Na verdade nos deixamos dominar por um sistema que se adéqua perfeitamente a nossa covardia . Fico feliz por ter um ato inicial de coragem , que é assumir a minha covardia .